Uso das terras
A incorporação das terras à economia de mercado e o uso econômico dos recursos naturais da bacia do rio Madeira são resultados do processo de ocupação colonial que envolveu disputas acirradas e acordos internacionais, nem sempre respeitados. Até 1750, ano em que o Tratado de Madrid substitui o de Tordesilhas, as terras de Rondônia pertenciam à área colonial espanhola.
A ocupação de terras com apoio do governo e a exploração de especiarias (drogas do sertão) estão vinculadas ao início da colonização, especialmente a portuguesa.
A exploração da borracha fez com que a região atraísse população entre 1850 e 1920, que está ligada à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, entre 1872 e 1912. A mineração trouxe outro grande ciclo migratório a partir da segunda metade do século 20. A abertura da rodovia BR-364, em 1961, criou condições para a expansão agrícola e abriu caminho para os desmatamentos da floresta. Ainda hoje os desmatamentos ocorrem ao longo do rio Madeira, em áreas que são utilizadas para culturas de subsistência e pastagem.
Pastagens
Nas margens do rio Madeira, as áreas de pastagens cobrem aproximadamente
10,35% da área a ser inundada pelos reservatórios de Santo Antônio. Em toda Rondônia, a pecuária é uma importante atividade econômica para a população. O rebanho bovino de Porto Velho ultrapassava as 560 mil cabeças de gado em 2007.
Pesca
A riqueza e a abundância de espécies de peixes no Madeira têm também importância econômica. Atualmente e no passado, a pesca é uma atividade comum na região, associada com a agricultura, com a caça e com o extrativismo para garantir a subsistência da população ribeirinha. A partir da segunda metade do século 20, os habitantes da região passaram a reconhecer a figura do pescador profissional itinerante, do pescador artesanal (que pesca ao longo de grandes trechos do rio e vende sua produção nos núcleos urbanos), do pescador que pratica a pesca tradicional de subsistência e também visitantes e turistas que praticam pesca esportiva, com finalidade de lazer.
Cultivos
A riqueza e a abundância de espécies de peixes no Madeira têm também importância econômica. Atualmente e no passado, a pesca é uma atividade comum na região, associada com a agricultura, com a caça e com o extrativismo para garantir a subsistência da população ribeirinha. A partir da segunda metade do século 20, os habitantes da região passaram a reconhecer a figura do pescador profissional itinerante, do pescador artesanal (que pesca ao longo de grandes trechos do rio e vende sua produção nos núcleos urbanos), do pescador que pratica a pesca tradicional de subsistência e também visitantes e turistas que praticam pesca esportiva, com finalidade de lazer.
Portos
Em Rondônia, o maior porto é o de Porto Velho, mas os peixes são também desembarcados e comercializados em Cachoeira do Teotônio, Jaci-Paraná, Nova Mamoré, Abunã, Fortaleza do Abunã e Guajará-Mirim.A produção pesqueira no Madeira é variável e proporcional à magnitude de suas cheias.
Atividades Extravistas
As atividades extrativistas são importantes para a economia regional, sendo fonte de renda de parte da população local, não só da ribeirinha. A coleta de castanhas, a extração de madeira e de látex e a pesca são algumas das principais atividades, enquanto a presença de serrarias revela a demanda por madeira. Na margem direita do rio Madeira, entre as comunidades de Santo Antônio e Teotônio, existem duas fontes de captação de águas minerais, ambas beneficiadas em engarrafadoras locais.
Ouro
O principal mineral explorado na região do rio Madeira é o ouro. Ao longo do leito do rio é possível observar balsas e dragas, que transportam o metal dos aluviões para a superfície, ainda agregado aos sedimentos. A atividade garimpeira do rio Madeira teve início na década de 1970. Em 1979, o Ministério de Minas e Energia criou a Reserva Garimpeira do Rio Madeira, atingindo a sua maior produção no início dos anos 1980. A partir década de 1990, a mineração de ouro no Estado sofreu contínua redução.

ESPAÑOL